A "inforopinião"
Li esta semana na revista Sábado, um artigo assinado por José Pacheco Pereira, que entre várias temáticas, abordou uma que há algum tempo tenho vindo a reparar com alguma preocupação.
Pacheco Pereira, aborda o facto de em certos meios jornalísticos em vez de informarem, o dever de qualquer jornalista, opinam sobre os assuntos. Algo que é apelidado pelo autor do texto, de "politiquês". E de facto é bem verdade o reparo feito pelo Eurodeputado. E é algo que vejo com apreensão, porque segundo me é dado a conhecer, e também a estudar, um ponto que muito se foca num curso de ciências de comunicação, é de se ter um total conhecimento do código deontológico da classe jornalística e da sua consequente utilização, no exercício da profissão que é o jornalismo. Como exemplo de "inforopinião" temos o caso das dicotomias Esquerda/Direita, que acaba por ser o cunho de opinião pessoal de quem apelida alguém, ou algum partido, apenas por se julgar isso. Pacheco Pereira questiona, e bem, em que factores se baseiam os jornalistas para utilizarem tais definições políticas.
Isto já para não falar, em determinados telejornais, em que os pivôs ao apresentarem certas notícias, dão as suas opiniões, ou misturando factos, com julgamentos de valor. Nunca na televisão portuguesa se introduz uma notícia relacionada com a extrema-direita sem se ter alguma parcialidade. Introduz-se a notícia, denegrindo-se à partida misturando, uma vez mais, julgamentos de valor com factos objectivos.
Por isso muito me preocupa, estar nesta área, ver a veemência com que nos é dado a conhecer códigos de norma que regem o meio jornalístico, e depois, na prática, nos meios de comunicação social, ver este completo desrespeito pelo que é o objectivo de informar com total imparcialidade. Por mais que nos custe.
Pacheco Pereira, aborda o facto de em certos meios jornalísticos em vez de informarem, o dever de qualquer jornalista, opinam sobre os assuntos. Algo que é apelidado pelo autor do texto, de "politiquês". E de facto é bem verdade o reparo feito pelo Eurodeputado. E é algo que vejo com apreensão, porque segundo me é dado a conhecer, e também a estudar, um ponto que muito se foca num curso de ciências de comunicação, é de se ter um total conhecimento do código deontológico da classe jornalística e da sua consequente utilização, no exercício da profissão que é o jornalismo. Como exemplo de "inforopinião" temos o caso das dicotomias Esquerda/Direita, que acaba por ser o cunho de opinião pessoal de quem apelida alguém, ou algum partido, apenas por se julgar isso. Pacheco Pereira questiona, e bem, em que factores se baseiam os jornalistas para utilizarem tais definições políticas.
Isto já para não falar, em determinados telejornais, em que os pivôs ao apresentarem certas notícias, dão as suas opiniões, ou misturando factos, com julgamentos de valor. Nunca na televisão portuguesa se introduz uma notícia relacionada com a extrema-direita sem se ter alguma parcialidade. Introduz-se a notícia, denegrindo-se à partida misturando, uma vez mais, julgamentos de valor com factos objectivos.
Por isso muito me preocupa, estar nesta área, ver a veemência com que nos é dado a conhecer códigos de norma que regem o meio jornalístico, e depois, na prática, nos meios de comunicação social, ver este completo desrespeito pelo que é o objectivo de informar com total imparcialidade. Por mais que nos custe.

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